Jovem presa com 30 homens no Pará não tem proteção e vive Isolada e com Medo

Ela tinha 15 anos quando passou 26 dias presa com cerca de 30 homens em uma cadeia de Abaetetuba, no Pará. A adolescente sofreu torturas e estupros diários.




Seus cabelos foram cortados para que parecesse homem e não chamasse a atenção de quem passasse perto da cela. Nove anos após o episódio, ocorrido em 2007, a jovem leva uma vida desprotegida, de privações e medo, a mais de 3.000 km do Pará.

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Aos 24 anos, ela parou de estudar, não tem profissão fixa, foi afastada de programas de proteção, convive com o crack e teme ser morta por traficantes, segundo relato de pessoas próximas a ela. Os nomes são fictícios.O drama da garota é um marco na luta por direitos humanos nas cadeias do Brasil.

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A Juíza que permitiu tal atrocidade foi “apenas” afastada da Magistratura por 2 anos mas com vencimentos garantidos. Segundo o CNJ, que a puniu, e erro da Juíza foi “apenas” negligenciar o prazo de encaminhamento do ofício recebido por autoridade policial, pedindo condições de cárcere adequada. A Juíza não dá entrevistas desde então.

 

Já a jovem, considerada explosiva, também não fala sobre o ocorrido. A ONG que a atendeu considera desumano e teme pela condição psicológica da garota mesmo anos depois.

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A Jovem apresenta corpo magro, debilitado, desregrada para dormir e comer e sua socialização vem da tribo de craqueiros com a qual se envolve. A família teve que sair do PARÁ e mesmo antes o convívio era difícil.

Furto de Celular
A então adolescente foi detida em 21/10/97 após tentativa de furto de celular. Tinha 15 e 3 passagens pela polícia. Na delegacia foi lavrado o auto de prisão sem conferência de idade e identidade.
Foi conduzida a uma cela com 30 homens e o martírio só teve fim quando um preso acionou o Conselho Tutelar.

Cinco delegados, três agentes prisionais e dois investigadores foram denunciados por tortura, ameaça e lesão corporal. Dois presos foram denunciados por estupro.

Em nota, a assessoria da Polícia do Pará confirma que quatro Delegados foram demitidos a bem do serviço público e recorrem ao STJ (já perderam em instâncias anteriores).

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