Bronca ao Vivo: Galvão Bueno repreende comentário de seu filho Cacá no ar

Após piloto da Stock brincar que pai era “flamenguista de araque” por não ter tentado influenciar escolha pelo clube, narrador liga e dá bronca ao vivo no filho tricolor

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Torcedor fanático do Fluminense, Cacá Bueno levou uma bronca ao vivo do pai Galvão Bueno durante o programa “Extra ordinários”, do SporTV, na noite deste domingo. O motivo foi porque o piloto disse que o pai seria um “flamenguista de araque, de centro” por nunca ter tentado influenciar os filhos a torcerem para o Flamengo, time do narrador. O que gerou um puxão de orelha do locutor, que estava assistindo ao programa.

 

– Queria perguntar para o Cacá. Que história é essa de Flamengo light? Flamengo light não existe. Teve campeonato do Flamengo nos anos 50, com cinco anos de idade eu estava no Maracanã – reclamou Galvão, falando no celular de Cacá, direto de Manaus, onde está para narrar Brasil x Colômbia na próxima terça-feira.

Durante o programa, o piloto da Stock Car declarou sua paixão pelo Fluminense. Questionado sobre o fato de Galvão ser rubro-negro, ele disse que o pai sempre foi “moderado” na paixão clubística.

– O meu irmão (Popó) é flamenguista (…). O meu pai fala que é flamenguista hoje, mas é um flamenguista de araque, de centro. Ele não levava a gente no estádio para ver o Flamengo, não estimulava a torcer. Ele sempre foi muito moderado. Ele gostava do Flamengo, mas ele levava a paixão clubística bem colocada no canto. As pessoas demoraram muitos anos para descobrir (o clube dele).

Questionado pela atriz Patrícia Dejesus, convidada do programa, se a atitude do jornalista não teria sido motivada por ética profissional, o piloto concordou.

– Acho que era por ética. Ele consegui separar. Muita gente não sabia para quem ele torcia por muito anos (…) Ficou muito livre em casa, e a gente começou a frequentar o estádio para ver de tudo. Ele ia fazer um jogo, e a gente ia ver todos os times. Eu nasci em 76. Quando eu comecei a entender mais futebol, com sete, oito, nove anos, 83, 84, 85, o Fluminense ganhava tudo, campeão brasileiro, tricampeão carioca, casal 20 (Assis e Washington). Eu comecei a me apaixonar pelo clube e virei tricolor. Ele não reprimiu, nunca se incomodou. Depois de muito tempo, ele veio falar: “Pô, você não virou flamenguista. Dei para você camisa do Zico, da Udinese” – lembrou Cacá.




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